Deus entrou na rede...
Caiu na rede.
E tudo que cai na rede eu curto...
Pelo menos...eu e você!
Precisamos de luz para iluminar os atalhos que pegamos,
para findar os sonhos do fim do dia.
São nos atalhos que estão todas as respostas...
Pelo menos pra mim e você.
Precisamos de clareza de espírito para iluminar as noites que circundam os nossos dias.
De amor infinito para sabermos-nos no espaço atemporal.
Precisamos de sexo nutrido do abstrato, de demência que desnude a nossa inconsciência e solidão.
De ósculos e amplexos
De gratidão pura e inconteste
De bondade se apoderando de tudo, sem nada esperar.
Deus entrou na rede...
Caiu na rede.
Ouve e vê, todos os nossos clamores, glamour, narcisos.
Agora somos o Seu controle cibernético, etérico, fluídico.
É onde postamos e expostamo-nos nus; todas as nossas fraquezas, pecados, misérias, santidade, insanidades, hipocrisias.
Somos fazedores de chuva e de deuses.
Deus!
Por que embalaste minha alma com essa mente pensante?
Por que me acordaste enquanto eu jazia?
Por que me fizeste existir, quando eu inexistia?
Por que caíste na rede meu Deus?!
Será?!
Será que Ele mesmo mente...
Mentindo à Si mesmo?!
Por quê?!
Deus! Pelo amor de Deus, sai da rede!
Pois, como vírus que somos, podemos devorar-te a luz da razão e o óbvio.
Deixe-me só...
Só e comigo mesmo.
Deixa-me apenas navegar na luz que acende das Tuas verdades ou
acorda-me para sempre desse meu sonho louco de viver.
Guya

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