Era uma vez um Universo.
Era uma vez o homem dentro do Universo.
Era uma vez um Universo dentro de um pequenino Universo chamado homem.
E dentro do pequenino Universo chamado homem, um jardim chamado vida.
E dentro do Jardim chamado vida, um mistério...
Um mistério que brincava de ser menino, perdido no jardim do homem.

Era uma vez um mistério.
E dentro do mistério um homem.
E dentro do homem, um menino que brincava...
Um menino que brincava dentro de um jardim...
Dentro de um pequenino Universo.
E no jardim, a noite tornou-se dia.
E o dia tornou-se tarde.
E anoiteceu o homem,
Que amanheceu menino...
Num jardim chamado vida.

E entre estrelas, a luz do homem brilhava na escuridão.
Fazendo de uma dor teimosa, o pano de fundo da própria alma.
Seu lar, seu caminho, sua senda...
Oferenda dos deuses em seus abismos.
Mesmo rastejantes, caminhavam com fé, alimentando-se de sonhos e dúvidas.
E por fim, um pacto entre os dois mundos...
O mundo dos contrários do homem no Universo
Onde bebe e come, onde canta e ri...
É o mesmo onde regurgita, grita e chora...
Onde vive...
Onde morre.
Era uma vez o homem na árvore do saber...da vida...
Causando a própria existência no Universo.

Guya

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