Pai!
Seja qual for o pecado de minh’alma,
não seja o meu pior castigo, o esfriar a chama que em meu peito arde!
Eu trocaria a eternidade por só mais um instante desse fogo em meu peito ardente.
Pois, de que me valeria a eternidade, se tudo o que eu sou,
só sei ser por esse amor que minha alma sente.
Pai!
Abençoa os amores possíveis!
Ampara os amores perdidos, e os que não puderam se encontrar!
Apascenta-lhes o coração, pois que, não puderam ver,
essa luz oculta ainda por se revelar.
Que tenham então de percorrer o caminho.
E para encontrar-se, que tenham de se perder.
Para que compreendam toda forma de amor.
E só assim não vivam, apenas para morrer.
Pois, todo amor que nasceu eterno, morre mortal!
E no breve, quando não raro encontro em que o amor eteno se faz mortal,
é um celebrar da vida no culto do existir,
uma completude transbordante;
uma doce melodia vibrando uníssono em sintonia com o todo...nossa parte adormecida do lúcido.
Só para matar a fome do desejo no encontro de seus corpos.
Pra saciar a sede de infinito na beleza do momento.
E renascer eterno na pureza do instante!
Guya
Seja qual for o pecado de minh’alma,
não seja o meu pior castigo, o esfriar a chama que em meu peito arde!
Eu trocaria a eternidade por só mais um instante desse fogo em meu peito ardente.
Pois, de que me valeria a eternidade, se tudo o que eu sou,
só sei ser por esse amor que minha alma sente.
Pai!
Abençoa os amores possíveis!
Ampara os amores perdidos, e os que não puderam se encontrar!
Apascenta-lhes o coração, pois que, não puderam ver,
essa luz oculta ainda por se revelar.
Que tenham então de percorrer o caminho.
E para encontrar-se, que tenham de se perder.
Para que compreendam toda forma de amor.
E só assim não vivam, apenas para morrer.
Pois, todo amor que nasceu eterno, morre mortal!
E no breve, quando não raro encontro em que o amor eteno se faz mortal,
é um celebrar da vida no culto do existir,
uma completude transbordante;
uma doce melodia vibrando uníssono em sintonia com o todo...nossa parte adormecida do lúcido.
Só para matar a fome do desejo no encontro de seus corpos.
Pra saciar a sede de infinito na beleza do momento.
E renascer eterno na pureza do instante!
Guya
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